sábado, fevereiro 07, 2009

rock salvation

Esta é definitivamente a eleita: a próxima boca que me disser que não se consegue dançar rock puro e duro, leva com esta nas orelhas. Entre as lufadas que foram a Peaches e os Blur, foram os Stripes que me salvaram a noite na pista. Power, do bom. Como o nosso umas horas antes. Porque, bem, foi uma estreia a partir. É especial, este espectáculo. Talvez por nunca ter estreado, é imune a tudo, menos à nossa tusa. Mas é contagioso como uma doença venérea.





[é a Fassbinder que me reporto, não há maneira de, nas palavras, fugir muito à venalidade; aliás, já há quem diga que este é "um espectáculo absolutamente genital"]

5 comentários:

Carolina Reuss disse...

Estive lá ontem e apesar de ter gostado mais do Café de Goldoni, este de Fassibinder também é delicioso, curtinho mas intenso. Que a tua Vittoria, seja uma vitória na vida, por 10 sequins, que são????

Manel disse...

Mil quatrocentos e noventa e seis euros e quatro cêntimos, trezentos contos. ;)


Mas olha que a Vittoria era minha na Veneza do Goldoni, que nesta Veneza alemã me afundei na Placida até ao pescoço.


[E não é qualquer coisa, a Vittoria deste espectáculo? :D]

Carolina Reuss disse...

Ai, ai, tens toda a razão...Ui ca burraaaa:p Mas o café de Fassbinder já faz parte da minha biblioteca e será devorado logo após a digestão de Platónov, para não fazer mais estas figurinhas tristes de querer passar por gaja culta com uma memória, vergonhosamente, de peixe. E mais tarde voltarei ao S. João.

Quase todos são qualquer coisa;)

Fernando Moreira disse...

ainda estou com um zumbido...

Manel disse...

Podes crer... que crime auditivo que estava aquela pista.