segunda-feira, julho 30, 2007

Selo final, o sétimo

Ainda na noite passada discorríamos a [meu] propósito sobre os socos no estômago que são as Cenas da Vida Conjugal e a sua sequela Sarabande... e hoje acordo com a notícia da morte de mestre Bergman. Seja qual for o percurso, afogados em certezas ou respirando dúvida, tudo tem um fim, todos temos um fim. Quando se está à flor da pele, todo o mundo parece pedir para ser lido de novo, interpretado de novo. E lá diz o povo, o que arde, cura.

3 comentários:

Anonyma disse...

A condição humana, sempre...
E, no entanto, apesar de todas as dúvidas, revoltas, ironias e mágoas...Marianne descobre algo de surpreendente sobre si mesma...
E, só por isso, terá valido a pena. Não?
Este Mundo ficou mais pobre mas talvez não o saiba ainda...

João Barbosa disse...

Na vida tudo passa, até a uva-passa.
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Quanto aos socos no estômago: ninguém disse que a vida a dois era fácil.
Deixa que todos temos nódoas negras. Embora não sirva de consolo, é, pelo menos, uma atenuante e contributo para a compreensão.
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Já quanto ao fim absoluto, devo dizer-te que a vida não tem fim.
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bjinhos

Anónimo disse...

E quem aperta segura...ou sossega. Beijos querida