sexta-feira, setembro 21, 2007

O tempo das tangerinas


É hoje que abre e fecha o ano lectivo, para reabrir e refechar amanhã. Para mim é uma situação estranha: pela primeira vez tenho uma estreia em que estou fora do palco, em que o nervosismo se passeia com uma calma diferente, sossegado pela confiança que tenho nesta gente mais ou menos miúda por quem me apaixonei em três tempos. Este é um espectáculo especial, sobre um texto complexamente simples. Quem conseguir ouvir a Nina cantar a sua Pequena Dor sem se arrepiar, que me atire a primeira pedra por tanta lamechisse e tanto síndroma de mãe-galinha.

E bom, apesar de não estar no palco, não quebremos tradições que me são caras: mandem-me, ou melhor, mandem-nos à merda!

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