terça-feira, fevereiro 02, 2010

as pequenas poesias dos grandes ciclos.

ponto um, eu nem gramo por aí além o Rui Veloso.
ponto dois, só com os Clã é que percebi realmente o tamanho do Tê maiúsculo.
ponto três, independentemente disso, o Ar de Rock é um grande disco.
ponto quatro, o Ar de Rock é de 1980.
donde, ponto cinco, desde os cinco anos que eu fico a matutar na palavra "Cantareira". e em seis anos de trabalho contínuo do Porto, não resolvi o dilema.

e ontem crava-se uma boleia entre Matosinhos e a Batalha e o cicerone leva-nos a espreitar a praia do Ourigo onde passa a moça do piercing no umbigo. e uns metros à frente diz, displiscente, esta zona é a Cantareira.

e eu, de repente com cinco anos, olho para o Carlos Tê que continua tranquilamente ao meu lado, ao volante, a pintar-nos o seu Porto. e fico a pensar que a vida é uma roda caprichosa e maravilhosa.



7 comentários:

オテモヤン disse...

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K. disse...

Nao existes...

As falas esguias e ditongos incomparáveis sobre os quais escrevi há uns cinco ou seis anos num dos blogues eram aí o idioma materno. A Cantareira. :)

Manel disse...

existo existo. :)
e fiquei a saber a resposta pela própria pessoa que me fez nascer a pergunta. da Cantareira à Baixa, da Baixa à Cantareira... :D

K. disse...

O meu "nao existes" tem o significado "ainda bem que existes".

:)

Manel disse...

:*

Teresa Fidalgo disse...

...E na Cantareira há a Adega Cantereira que, aparentando um sítio meios estranho, tem cá um presunto!...

Manel disse...

os sítios estranhos têm sempre os melhores presuntos... ;)