quinta-feira, novembro 08, 2012

ne cherche pas l'absolu. il est en toi comme un ravin de sècheresse qui te perdra.

A finitude
é preciso aprender a lidar com a finitude
eu preciso de aprender a lidar com a finitude
o finito e o fininho e o concreto e o definido
o definito
mete o medo no fim do medo
mete o medo no fim de tudo
mete o medo no olho

A finitude, o limite
ou passearei a vida a tentar
cruzar o que não está lá
quebrar o que não desenhei
enfrentar o que não vi

A finitude. O traço.
O desenho.

(e eis porque o ensino devia ser mais genérico, quando não desenho, dou-me demasiado às palavras)


O limite
não a fronteira.

2 comentários:

Anónimo disse...

Dispersão de Rayleigh
Tentas outra vez o sol.
Queres tanto entender, o que não tem nada para entender.
E ele oferece-te palavras sem som.

Anónimo disse...

"cruzar o que não está lá!"
Não partilhes o que sabes.
Por ali não há tempo no mundo, nem um verdadeiro - Nós!
Sê inteligente!
Um dia... Saberás tudo... Um dia!