sexta-feira, maio 08, 2009
da hipersensibilidade astro-meteorológica [ou pois, elas não matam...]
mas uma manhã cinzenta depois de uma noite de lua cheia mói, ah se mói. ainda para mais se passada entre caves da bela velha e salas sem luz do paço dos arcos. há mesmo dias de pacote completo, que só se salvam no vermelho: afias os cornos, focas-te e acometes.
quarta-feira, maio 06, 2009
terça-feira, maio 05, 2009
os paliativos que vão c'os porcos...
Informem-se AQUI, ou em qualquer outro media que não ignore as origens em proveito do fogo de artifício, e depois, em vez de irem a correr comprar o Tamiflu da família Rumsfeld, assinem antes esta PETIÇÃO. Parece-me mais consequente que qualquer vacina.
segunda-feira, maio 04, 2009
oquestrada
Qualquer Coisa Que Me Anima... - Oquestrada

caxias, 1 de Maio de 2009
já cá cantam. a minha vontade me seduza... o cantinho, claro, é ati de mon oncle tati.
in and out
quando o arremedo de caniche do andar de baixo vem outra vez berrar para a janela que não gosta do barulho do estendal, no seu ladrar estridente, agressivo, histérico, despropositado e constante, e a respectiva dona [de quem por sinal se gosta muito, apesar do bicho] vem pedir pela enésima vez que desculpemos o animal que é chato como a potassa, em vez de
— Não se preocupe, quando ele morrer até vou sentir a falta disto.
diga-se
— Tudo bem, a gente cá se entende.
...
sobretudo se se tiver fantasias com envenenamentos.
— Não se preocupe, quando ele morrer até vou sentir a falta disto.
diga-se
— Tudo bem, a gente cá se entende.
...
sobretudo se se tiver fantasias com envenenamentos.
when you cut into the present, the future leaks out.
Cut-Ups from Matti Niinimäki on Vimeo.
... oh hell, yes. sometimes it seems there's nothing else to the very puzzle of life.
[obrigada pela prenda. :)]
lisboa

parque, 2 de Maio de 2009
fotografia de Teresa Q.
habituar-me a esta estranheza de mel. estou aqui. não me vou embora amanhã, daqui a pouco, daqui a uns dias. a mala desfeita para arrumar e não apenas para o inexorável pulsar da lavandaria. alguns cantos estão refarejados, outros sê-lo-ão amanhã, de outros passo propositadamente ao lado, até que faça sentido deixar de ignorá-los. a luz está doce. carinhosa. afaga os cabelos, as curvas dos lábios, as rugas, as tardes de ar aberto, os pulos no asfalto e os sossegos na relva. regresso ao livro para sempre inacabado. eu.
domingo, maio 03, 2009
o espirro da semana
tinha uns recuerdos mexicanos lá no aparador da sala, mas agora já foi tudo c'os porcos.
sexta-feira, maio 01, 2009
artista residente
é só pulsar, é só ritmo, é só onda, linha e cor. e luz. if this is not a genius, I don't know one.
quinta-feira, abril 30, 2009
do you reason with your condition?
cinquenta e sete dólares, um telemóvel, e olhos por dentro e para fora.
prémio para melhor filme num dos maiores festivais de curtas do mundo, o Tropfest NY 2008.
e o cérebro vai cantando as palavras que não ouve, as palavras que se cosem entre duas cidades.
por Jason van Genderen (realização), Shane Emmett (produção) e John Roy (música).
quarta-feira, abril 29, 2009
vá, o tamiflu mata o papão...
então parece que é desta que se livram do stock que compraram à maluca na altura da histeria da gripe das aves, não é verdade? cedo ou tarde, chegam os lucros do medo, é o que vale... Recorre-me na cabeça aquele trecho do Borges sobre o Billy the Kid: "o quase menino que ao morrer aos vinte e um anos devia à justiça vinte e uma mortes — 'sem contar os mexicanos'."
[onde é que eu já vi isto, óinc...?]
[onde é que eu já vi isto, óinc...?]
everybody says that living is easy
tinha a minha secreta esperança no Sax and Violins [afinal era Eno à mistura, que rico par de jarras...]. mas pronto, mesmo sem isso, sem Psycho Killer, sem Naïve Melody, foi brilhante e eu nem dei pela falta de nada. o rei da subtileza, da inteligência levada a cúmulo da estupidez, das afinações mínimas e do aparente laisser faire com que tudo acontece. mestre, é o nome que lhe fica bem. e na boa tradição do budismo, sempre o foi, não é da idade. que, como se sabe, é a mesma desde que o próprio descobriu o sentido da expressão "stop making sense".
david byrne — coliseu dos recreios, Lisboa, 28 de Abril 2009 - ajmm
david byrne — coliseu dos recreios, Lisboa, 28 de Abril 2009 - ajmm
terça-feira, abril 28, 2009
afinal...
... a mão sempre esteve fechada. só não se fechava em punho, em força, em dona. apenas em amor. em carícia. em algum medo. arrumar a vida pode ser uma experiência reveladora. e salvadora. e eu sou bem mais corajosa do que às vezes penso... por isso me pico. por isso às vezes faz sangue.

Lisboa, outubro de 2007

Lisboa, outubro de 2007
o actor cirúrgico
— Ah, you know, I just love all your wild characters, Peter, but backstage here you can just relax and be yourself.
— But that, you see my dear Kermitt, would be altogether impossible. I could never be myself.
— Never yourself?
— No. You see... there is no me, I do not exist.
— I... I... I beg your pardon...?
— There used to be a me... but I had it surgically removed.
segunda-feira, abril 27, 2009
domingo, abril 26, 2009
ontem...
houve grândola e chuva de cravos e finalmente a Dri na tribuna.
hoje há ânsia, sem tristeza pelo até já.
amanhã há casa. a estrada e casa.
e eu sou já feliz por antecipação.
e sinto já as brechas que ficam, as faltas que vou sentir.
as saudades dos irmãos.
se isto não é riqueza...
hoje há ânsia, sem tristeza pelo até já.
amanhã há casa. a estrada e casa.
e eu sou já feliz por antecipação.
e sinto já as brechas que ficam, as faltas que vou sentir.
as saudades dos irmãos.
se isto não é riqueza...
perdoem-me, isto não são maus fígados...
pelo contrário. eu até me controlo em certas coisas, e se vejo um espectáculo de que não gosto e não há nada de construtivo que possa dizer, prefiro calar-me, é essa a escolha-padrão.
mas há duas coisas que eu não consigo não dizer. uma cá perto, outra também, pela internet.
1. um musical não é uma revista. o som que se diz não pode ter o reverb daquele que se canta [sobretudo quando se canta com reverb até enjoar]. e pois, ele é meu amigo, mas só me diverti a ver o Pedro Pernas e é essa a verdade. um musical não é uma revista [já disse isto? não me lembro...], um gag banal não pode durar minutos intermináveis e a economia de tempo é fulcral para um espectáculo — o diabo é, sempre foi e sempre será, o aborrecimento. e um musical — sobretudo um bom musical — não é uma revista [já disse?]. e as mamas da Rita Pereira não chegam para aguentar duas horas e tal de tiros ao lado. ah, e um musical não é uma revista, ok? [suspiro] hoje passei a tarde no Coliseu, quando ela me seria preciosa para tantas outras coisas. Ai Pernas, Pernas, só tu...
2. gosto do fenómeno Susan Boyle, mas não pelas razões generalizadas entre os frequentadores do youtube. miss Boyle parece-me muito digna de simpatia. mas é a prova viva de que as tiradas do nosso Fernando Eldoro nos ensaios da av. de Berna eram acertadíssimas. o fenómeno Boyle é a encarnação do famoso "bbbbmas bbbvozes bonitas há muitas na apanha da fruta". desculpem lá, mas Susan Boyle não é uma grande cantora. é um instrumento, impressionante não o nego, mas que, ciente das suas capacidades, se exibe e faz circo baseado no decibel. não há frase, não há imagem, não há nada de artístico, só há cambalhotas da voz. vou ser simpática, pronto: considerando que é autodidacta, não é má ginasta. e conhece minimamente o instrumento que tem — repito, excelente. querem falar socialmente? falemos então socialmente, assumidamente. é possível que cresça, artisticamente? sim, a idade não é necessariamente impedimento. mas susan boyle pode ser um fenómeno social, é sem dúvida um fenómeno mediático, não é um fenómeno musical nem tão pouco vocal. tenham lá paciência. vozes bonitas há muitas na apanha da fruta. não é isso que faz um cantor. que pode surgir na apanha da fruta ou na fila do subsídio de desemprego algures na Escócia. mas não é o caso. desculpem lá ser estraga-festas...
mas há duas coisas que eu não consigo não dizer. uma cá perto, outra também, pela internet.
1. um musical não é uma revista. o som que se diz não pode ter o reverb daquele que se canta [sobretudo quando se canta com reverb até enjoar]. e pois, ele é meu amigo, mas só me diverti a ver o Pedro Pernas e é essa a verdade. um musical não é uma revista [já disse isto? não me lembro...], um gag banal não pode durar minutos intermináveis e a economia de tempo é fulcral para um espectáculo — o diabo é, sempre foi e sempre será, o aborrecimento. e um musical — sobretudo um bom musical — não é uma revista [já disse?]. e as mamas da Rita Pereira não chegam para aguentar duas horas e tal de tiros ao lado. ah, e um musical não é uma revista, ok? [suspiro] hoje passei a tarde no Coliseu, quando ela me seria preciosa para tantas outras coisas. Ai Pernas, Pernas, só tu...
2. gosto do fenómeno Susan Boyle, mas não pelas razões generalizadas entre os frequentadores do youtube. miss Boyle parece-me muito digna de simpatia. mas é a prova viva de que as tiradas do nosso Fernando Eldoro nos ensaios da av. de Berna eram acertadíssimas. o fenómeno Boyle é a encarnação do famoso "bbbbmas bbbvozes bonitas há muitas na apanha da fruta". desculpem lá, mas Susan Boyle não é uma grande cantora. é um instrumento, impressionante não o nego, mas que, ciente das suas capacidades, se exibe e faz circo baseado no decibel. não há frase, não há imagem, não há nada de artístico, só há cambalhotas da voz. vou ser simpática, pronto: considerando que é autodidacta, não é má ginasta. e conhece minimamente o instrumento que tem — repito, excelente. querem falar socialmente? falemos então socialmente, assumidamente. é possível que cresça, artisticamente? sim, a idade não é necessariamente impedimento. mas susan boyle pode ser um fenómeno social, é sem dúvida um fenómeno mediático, não é um fenómeno musical nem tão pouco vocal. tenham lá paciência. vozes bonitas há muitas na apanha da fruta. não é isso que faz um cantor. que pode surgir na apanha da fruta ou na fila do subsídio de desemprego algures na Escócia. mas não é o caso. desculpem lá ser estraga-festas...
sábado, abril 25, 2009
bom dia [escuridão nunca mais]
hoje houve tambores com fogo de artifício, irmanadas por momentos duas revoluções assim a modos que falhadas. uma menos vermelha que a outra, à conta dos litros de sangue poupados. o poeta foi-se, com céu de sobra por dentro dos seus olhos. e a poesia? está na rua?

já Gaia
Março de 2009
Era Um Redondo Vocábulo - José Afonso

já Gaia
Março de 2009
Era Um Redondo Vocábulo - José Afonso
sexta-feira, abril 24, 2009
burning out
BAAL Tens um rosto cheio de vento. Côncavo... Tu não tens rosto nenhum. Tu não és absolutamente nada. És transparente.
EKAART Estou cada vez mais matemático.
BAAL Nunca se sabem as tuas histórias. Porque é que nunca falas de ti?
EKAART Não tenho histórias nenhumas. Anda alguém a correr lá fora.
BAAL Tens bom ouvido. Há qualquer coisa sobre ti que tu encobres. És um homem mau, tal e qual como eu. Um diabo. Mas um dia hás-de ver ratazanas. E nessa altura ficas outra vez bom.
Bertolt Brecht, Baal, trad. Yvette K Centeno
Hot Math - Andrew Bird
amanhã por esta hora já não sou Baal.
EKAART Estou cada vez mais matemático.
BAAL Nunca se sabem as tuas histórias. Porque é que nunca falas de ti?
EKAART Não tenho histórias nenhumas. Anda alguém a correr lá fora.
BAAL Tens bom ouvido. Há qualquer coisa sobre ti que tu encobres. És um homem mau, tal e qual como eu. Um diabo. Mas um dia hás-de ver ratazanas. E nessa altura ficas outra vez bom.
Bertolt Brecht, Baal, trad. Yvette K Centeno
Hot Math - Andrew Bird
amanhã por esta hora já não sou Baal.
quinta-feira, abril 23, 2009
as palavras e o acaso — círculo de sonhos
HISTÓRIA DOS DOIS QUE SONHARAM
O historiador árabe El Ixaqui refere este acontecimento:
"Contam os homens dignos de fé (mas só Alá é omnisciente e poderoso e misericordioso e não dorme) que houve no Cairo um homem possuidor de riquezas, mas tão magnânimo e liberal que as perdeu todas menos a casa de seu pai, e se viu forçado a trabalhar para ganhar o pão. Trabalhou tanto que o sono o venceu uma noite debaixo da figueira do seu jardim e viu no sonho um homem todo encharcado que tirou da boca uma moeda de ouro e lhe disse: 'A tua fortuna está na Pérsia, em Ispaão; vai lá buscá-la.' Na madrugada seguinte acordou e empreendeu a longa viagem e enfrentou os perigos dos desertos, dos navios, dos piratas, dos idólatras, dos rios, das feras e dos homens. Chegou finalmente a Ispaão, mas no recinto dessa cidade surpreendeu-o a noite e deitou-se a dormir no pátio de uma mesquita. Havia, junto à mesquita, uma casa e, pelo decreto de Deus Todo-Poderoso, uma quadrilha de ladrões atravessou a mesquita e meteu-se na casa, e as pessoas que estavam a dormir acordaram com o barulho dos ladrões e gritaram por socorro. Os vizinhos também gritaram, até que o capitão dos guardas-nocturnos daquelas redondezas acudiu com os seus homens e os bandoleiros fugiram pelo terraço. O capitão mandou revistar a mesquita e nela encontraram o homem do Cairo e deram-lhe tantos açoites com varas de bambu que esteve às portas da morte. Ao fim de dois dias, recuperou os sentidos na prisão. O capitão mandou-o buscar e disse-lhe: 'Quem és tu e qual é a tua pátria?' O outro declarou: 'Sou da famosa cidade do Cairo e o meu nome é Mohamed El Magrebi.' O capitão perguntou-lhe: 'O que te trouxe à Pérsia?' O outro optou pela verdade e disse-lhe: 'Um homem ordenou-me num sonho que viesse a Ispaão, porque aí estava a minha fortuna. Já estou em Ispaão e vejo que essa fortuna que me prometeu devem ser os açoites que tão generosamente me deste.'
Perante semelhantes palavras, o capitão riu-se até mostrar os dentes do siso e acabou por lhe dizer: 'Homem desatinado e crédulo, três vezes sonhei com uma casa na cidade do Cairo em cujo fundo há um jardim, e no jardim um relógio de sol e depois do relógio de sol uma figueira e a seguir à figueira uma fonte, e debaixo da fonte um tesouro. Não dei o menor crédito a essa mentira. Tu, contudo, aborto de uma mula com um demónio, vagueaste de cidade em cidade, somente por acreditar num sonho. Que eu não volte a ver-te em Ispaão. Toma estas moedas e vai-te embora.'
O homem guardou as moedas e regressou à pátria. Debaixo da fonte do seu jardim (que era o do sonho do capitão) desenterrou o tesouro. Assim Deus o abençoou e o recompensou e exaltou. Deus é o Generoso, o Oculto."
(Do livro d'As Mil e Uma Noites, 351,ª noite.)
in História Universal da Infâmia, "Etcétera", Jorge Luis Borges (trad. José Bento)
Simple X - Andrew Bird
O historiador árabe El Ixaqui refere este acontecimento:
"Contam os homens dignos de fé (mas só Alá é omnisciente e poderoso e misericordioso e não dorme) que houve no Cairo um homem possuidor de riquezas, mas tão magnânimo e liberal que as perdeu todas menos a casa de seu pai, e se viu forçado a trabalhar para ganhar o pão. Trabalhou tanto que o sono o venceu uma noite debaixo da figueira do seu jardim e viu no sonho um homem todo encharcado que tirou da boca uma moeda de ouro e lhe disse: 'A tua fortuna está na Pérsia, em Ispaão; vai lá buscá-la.' Na madrugada seguinte acordou e empreendeu a longa viagem e enfrentou os perigos dos desertos, dos navios, dos piratas, dos idólatras, dos rios, das feras e dos homens. Chegou finalmente a Ispaão, mas no recinto dessa cidade surpreendeu-o a noite e deitou-se a dormir no pátio de uma mesquita. Havia, junto à mesquita, uma casa e, pelo decreto de Deus Todo-Poderoso, uma quadrilha de ladrões atravessou a mesquita e meteu-se na casa, e as pessoas que estavam a dormir acordaram com o barulho dos ladrões e gritaram por socorro. Os vizinhos também gritaram, até que o capitão dos guardas-nocturnos daquelas redondezas acudiu com os seus homens e os bandoleiros fugiram pelo terraço. O capitão mandou revistar a mesquita e nela encontraram o homem do Cairo e deram-lhe tantos açoites com varas de bambu que esteve às portas da morte. Ao fim de dois dias, recuperou os sentidos na prisão. O capitão mandou-o buscar e disse-lhe: 'Quem és tu e qual é a tua pátria?' O outro declarou: 'Sou da famosa cidade do Cairo e o meu nome é Mohamed El Magrebi.' O capitão perguntou-lhe: 'O que te trouxe à Pérsia?' O outro optou pela verdade e disse-lhe: 'Um homem ordenou-me num sonho que viesse a Ispaão, porque aí estava a minha fortuna. Já estou em Ispaão e vejo que essa fortuna que me prometeu devem ser os açoites que tão generosamente me deste.'
Perante semelhantes palavras, o capitão riu-se até mostrar os dentes do siso e acabou por lhe dizer: 'Homem desatinado e crédulo, três vezes sonhei com uma casa na cidade do Cairo em cujo fundo há um jardim, e no jardim um relógio de sol e depois do relógio de sol uma figueira e a seguir à figueira uma fonte, e debaixo da fonte um tesouro. Não dei o menor crédito a essa mentira. Tu, contudo, aborto de uma mula com um demónio, vagueaste de cidade em cidade, somente por acreditar num sonho. Que eu não volte a ver-te em Ispaão. Toma estas moedas e vai-te embora.'
O homem guardou as moedas e regressou à pátria. Debaixo da fonte do seu jardim (que era o do sonho do capitão) desenterrou o tesouro. Assim Deus o abençoou e o recompensou e exaltou. Deus é o Generoso, o Oculto."
(Do livro d'As Mil e Uma Noites, 351,ª noite.)
in História Universal da Infâmia, "Etcétera", Jorge Luis Borges (trad. José Bento)
Simple X - Andrew Bird
quarta-feira, abril 22, 2009
terça-feira, abril 21, 2009
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